sábado, 2 de fevereiro de 2008

Especial de Carnaval: As Atraentes 2008










Quanta Beleza! Bela folia!

Especial de Carnaval: As Mufumbadas 2008









Especial de Carnaval: Bloco da 3ª Idade


Carnaval na boa idade! Fantasias, confetes, serpentinas, muito frevo e folia! Alegria assim é só para quem sabe aproveitar com bastante sabedoria!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

POESIAS GOIANENSES

Observe e absorva!

O Jornal A Cidade publicará "Poesias Goianenses" como parte de seu conteúdo on-line. Aproveite!

Idealizador do projeto: Philippe Wollney (philippewollney@yahoo.com.br)

Bloco dos Professores Completa 42 anos de muita folia


Conhecido como “Galo da Madrugada de Goiana”, bloco mais popular da cidade arrasta multidões


O Bloco dos Professores vem construindo a história do carnaval de Goiana através das gerações de foliões mais animados que a cidade já presenciou. Com 42 anos de tradição, pelo desejo de alguns professores em brincar o carnaval com os seus alunos no dia de sexta-feira, quando encerrasse a semana de aulas que antecedia o carnaval, a agremiação carnavalesca mais popular do município foi fundada na Escola José Pinto de Abreu, em 1966, com o nome de Bloco das Professoras. Porém, no final da década de 90 o nome foi mudado, atendendo a pedido dos profissionais da Educação, do sexo masculino.

Contando com a irreverência das professoras, mestras que construíram a educação do povo de Goiana, o referido bloco de carnaval cresceu de forma gigantesca nestas mais de quatro décadas de fundação. Dentre as muitas fundadoras, podemos destacar: Nair Freitas (falecida), Julinda Oliveira (rainha Moma), Maria das Neves, Lizete Lira, Zuíla Torres, Lu Melo, Belizana Abreu, Dona Lia, Lourdes Pereira, Janete Cruz, Eulina Veloso, Naldeci Zen, Antônia Corrêa, Penha Peixoto, Sebastiana de Lourdes, Luzia Marinho, Eliete Fortuna, Sineide Gemir, Gilvete Ribeiro, Terezinha Rabelo (falecida) entre outras.

Entretanto, a mudança de gênero feminino para masculino, no nome do bloco, não agradou a todos. No entender de uma das fundadoras, Sebastiana de Lourdes, a troca do nome que intitula a agremiação carnavalesca foi um erro. “Isso foi um exemplo claro do machismo em nossa sociedade. Bloco não tem sexo, então um homem não deve se sentir fragilizado ao participar de uma brincadeira de carnaval cujo nome é do gênero feminino”. E, ainda acrescenta que bloco não muda de nome, a exemplo do Pitombeiras (feminino) de Olinda, que teve seu começo com um grupo de rapazes que em uma tarde carnavalesca, cortaram galhos de pitombeiras, saíram brincando e nunca mudaram o nome do bloco para Pés (masculino) de Pitomba, ou coisa parecida”, disse entre risos.

Para a atual presidente do, hoje, Bloco dos Professores, Rose Mary Sotero Viégas, a polêmica é desnecessária. “O que houve foi um pedido dos homens para que o nome fosse mudado. Não vejo motivos para não atender essa solicitação, uma vez que eles participam e ajudam no crescimento da agremiação”, disse Rose Mary.

Polêmica à parte, o bloco vem tomando proporções gigantescas. No entender de seus organizadores, devido ao crescimento surgiu a necessidade de se criar uma camisa para identificar os professores foliões e de aderir ao cordão de isolamento, para que os brincantes levassem as suas famílias para a folia com mais segurança. No entanto, isso atrapalha, porém, não impede que a grande massa participe da festa, mesmo que na famosa “pipoca” (lugar onde as pessoas que não compraram o kit do bloco seguem a agremiação, limitados pela demarcação do cordão de isolamento, que os impede de se aproximar dos foliões uniformizados).

Um dos pontos mais característicos da agremiação é a execução das músicas de estilo frevo. Segundo a comissão organizadora do bloco, a tradição pernambucana foi sempre exaltada pelos professores foliões. Até mesmo quando o bloco passou a desfilar com trio elétrico, os organizadores só aceitava que o frevo fosse tocado.

Neste ano o Bloco dos Professores irá se concentrar na Associação Comercial de Goiana, próximo a Alvorada, no dia 1º de fevereiro. E o desfile começará na Praça da Bíblia. A agremiação contará com duas orquestras de frevo para animar toda a cidade.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Patrimônio Histórico: descaso e preservação

(Matéria da editoria Cidades, publicada na 5ª Edição de A Cidade)

Falar sobre o valor do patrimônio histórico de Goiana chega a causar estranheza para muitos cidadãos que desconhecem consideravelmente a grandeza desse município de 437 anos. O abandono das construções centenárias por parte dos proprietários e poder público chega a ser um crime com as gerações vindouras, além de uma clara demonstração da ignorância reinante quando o assunto é a conscientização do dever que temos em preservar a nossa história.

Mais do que as Igrejas coloniais, que são registros de uma época em que Goiana despontava como a segunda economia do Estado de Pernambuco, os casarões, os monumentos e os cerca de 50 engenhos que o município já possuiu, fazem parte do patrimônio histórico material que, ano a ano, vem se perdendo através do descaso dos responsáveis e do desgaste que o tempo os impõe.

Um clássico exemplo do abandono que o patrimônio histórico goianense sofre, é o Cruzeiro da Praça do Carmo. Símbolo da arte sacra em todo o continente americano, o monumento atualmente se encontra parcialmente depredado e sem os devidos cuidados restaurativos que lhe propiciaria uma maior longevidade.

A diretora de Cultura de Goiana, Maria da Penha Peixoto, entende que a Prefeitura não possui os recursos necessários para se fazer um trabalho de preservação que englobe todas as necessidades do município. Para ela o Iphan - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, teria que fornecer uma maior variedade de formas e meios para que seja feito um projeto de restauração em parceria com o Poder Público. “O Iphan nos cobra inúmeras coisas. Está na hora dele nos ajudar também. O que está ao nosso alcance, está sendo realizado. Como é o caso da pintura da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, em conjunto com o Centro Vocacional Tecnológico, o CVT. Isto, além da viabilização do projeto Primavera dos Museus, são exemplos do nosso compromisso”, disse Maria da Penha.

Mas, nem todas as notícias são negativas. Na contramão do descaso e da falta de consciência, já é possível notar em algumas ruas da cidade exemplos de restauração de alguns casarões com dinheiro privado. Pois, a responsabilidade da preservação da nossa história não é só dever do Estado. Alguns proprietários de construções centenárias já entendem desta forma e, assim, conservam a memória de Goiana e embelezam o município. Está aí um exemplo que muitos donos de propriedades históricas poderiam seguir.

Um dos expoentes na restauração do patrimônio histórico goianense, Eleonor Rabelo, proprietária do Engenho Uruaé, entende que o exemplo de preservação dado por ela ainda é muito discriminado, “o povo acredita que somos retrógrados, ligados somente ao passado. O problema é que as pessoas ainda não compreenderam que se você não possui uma história, você simplesmente não existe”, explicou Eleonor.

Uma boa notícia é a restauração do Casarão Adelmar Tavares, localizado na Rua Poço do Rei. Segundo a diretora de Turismo do município, Camilla Guimarães o local será restaurado para servir como um Centro de Informações Turísticas.

Apesar de não ter data prevista para o início das obras, a verba já foi disponibilizada através do Ministério do Turismo. A Prefeitura entraria com uma contrapartida no valor de R$ 29 mil, enquanto o governo federal arcaria com o montante de R$ 200 mil.

Felipe de Andrade

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Ampec realiza cerimônia de posse da sua 1ª diretoria

Visando as atuais e futuras exigências do mercado, o empresariado condadense busca evoluir

A cerimônia de posse da primeira Diretoria da Associação dos Micro e Pequenos Empresários do Condado – Ampec, foi realizada no salão paroquial da Igreja Nossa Senhora das Dores, no dia 22 de novembro. A ocasião serviu para que os associados anunciassem á sociedade condadense os principais valores e objetivos da instituição empresarial fundada desde seis de setembro.

Estiveram presentes no evento o prefeito do município do Condado, Edberto Quental, a gerente geral do Banco do Nordeste, Maria do Socorro Tito Rocha, o promotor de Justiça, José Herbert Ramalho, o pároco da cidade, Elias Roque, entre outras autoridades.

Durante a cerimônia todos os diretores da Ampec, afirmaram ter compromisso com a qualidade do serviço prestado, com a preservação do meio ambiente e capacitação continuada dos empregados e empresários condadenses.

O presidente da associação, Diógenes Alex Pessoa, acredita que o futuro para o empresariado de Condado exige uma maior união por parte de todos. “É preciso estarmos preparados para as novas possibilidades que serão criadas na região. Porém somente juntos teremos força na concorrência com os outros municípios. Por isso, agradeço desde já a todos os associados que viram na Ampec uma nova forma de se fortalecer; aproveito para convidar os empresários que ainda não se uniram a nós,para que se cadastrem nesta associação, pois eles só obterão ganhos com isso”, afirmou o presidente.

A visão de futuro da Ampec engloba um pensamento muito recorrente e indispensável nos dias de hoje, que é o cuidado com a natureza. Para a diretora de Preservação do Meio Ambiente, Clarice Paixão de Albuquerque, a sua diretoria chegou a causar espanto para alguns, devido ao desconhecimento do quão importante é para uma associação empresarial ter consciência ambiental. “Muitos até estranharam a criação da minha diretoria. Mas, o fato é que o comércio produz muito lixo e esse é um problema que não podemos simplesmente ignorar”, alertou Clarice.

Os objetivos da associação são ambiciosos. O consultor em gestão de negócios da Ampec, Valmir Mendes de Carvalho, entende que os resultados virão apenas se as ações a serem realizadas forem muito bem planejadas. “Não pensamos pequeno. Tivemos mais de dois meses desde a fundação para empossarmos a primeira diretoria. Todo esse tempo foi utilizado para capacitar os nossos diretores. Em 2016 queremos ser líderes na gestão de negócios de toda a região. Iremos buscar fazer tudo corretamente, respeitando a sociedade e as instituições. Nossa principal meta é nos capacitar continuamente, só assim atingiremos nossos objetivos”, afirmou Valmir.

Para a gerente geral do Banco do Nordeste, Maria do Socorro Tito Rocha, as micro e pequenas empresas são a base do desenvolvimento da economia local. “Este empresariado é quem emprega a maior parte da mão de obra de toda Mata Norte. Então, é do interesse do Banco do Nordeste que a Ampec tenha sucesso. Eu coloco muita fé nesse segmento e esperamos ser parceiros. Nós temos linhas de crédito com juros de 1,5%, bastante compatíveis com a realidade do comércio condadense”, enfatizou a gerente.

O prefeito do Condado, Edberto Quental, vê na criação da Ampec um sentido inovador e criativo. “A visão de futuro que esses empresários estão tendo é muito louvável. Eles perceberam que sozinhos não teriam forças para competir lá fora. Assim, entenderam que era preciso criar algo que lhes desse mais representatividade. E, não poderiam ter sido mais felizes do que estão sendo ao tomarem a iniciativa de se associarem. Com essa união é que podemos crescer enquanto cidade”, salientou o prefeito.

Felipe de Andrade

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